Itápolis recebeu durante a 26ª FAITA a 8ª Etapa do Campeonato Nacional De Mini-Horse, que julgou a raça de animais que são a menor raça de pônei criada no Brasil. As outras etapas haviam acontecido em São Paulo, Londrina, Lençóis Paulista, Ourinhos, São João da Boa Vista e Jaú.De acordo com o juiz da competição Rogério Ramalho, que também é membro da Associação Brasileira dos Criadores de Mini-Horse (ABCMH), o Campeonato serve para mostrar como está evoluindo o plantel, realizar negociações, reunir os criadores e ser um atrativo na cidade onde acontece.
“Avaliamos no Mini-Horse a sua proporcionalidade, que é alcançada por meio de cruzamentos. Com esses resultados elaboramos um ranking anual, após o final das provas, onde cada animal e seus criadores recebem uma nota e com isso agregam valor a sua criação”, explica o juiz.
O Mini-Horse é igual a um cavalo “normal”, diferenciando-se apenas por ter um tamanho menor. Trata-se de uma raça com tripla aptidão, que serve tanto para sela quanto para tração ou simplesmente como animal de estimação. Sua docilidade e pequena estatura fazem dele um brinquedo vivo. Estima-se que vivam 24 anos em média e começam a reproduzir a partir de 2 anos de idade. Para criação do Mini-Horse são necessários espaços pequenos, o custo de criação é pequeno por se alimentar com capim e ração. Raramente fica doente e não precisa de aplicação de vacinas, apenas de vermífugo a cada 3 meses. Seu porte é de um cavalo em miniatura, bem estruturado, musculoso e proporcional ao seu tamanho, passando uma imagem de leveza e elegância.









